Novamente voltamos aos assuntos monótonos que, espero eu, despertem a curiosidade latejante dos leitores ausentes...
Os sinos dobram pela noite Lisboeta de carnaval.
Na urbe, alguns felizes, dormem (ou vão ver o Herman ou merdas afins que dão na TV), enquanto outros-- ui, outros-- vão para a noite... a minha noite, a noite Lisboeta que mostra o lado incansável, insaciável, algo mazoc de Lisboa... esta noite em que os demónios interiores de cada um se soltam: em que as mulheres podem se vestir como pêgas e sair sem serem censuradas, em que os homens vestem máscaras absolutamente gigantescas para poderem... (não interessa!), em que o lado negro de cada um se exalta... na noite em que os pensamentos mais promíscuos, prevertidos e terríveis de cada um emanam à distância... a única noite do ano em que as fantasias obscuras se materializam: o Carnaval.
Sim, o Carnaval, um feriado total e completamente inútil cujo único objectivo é não ter aulas, em que os putos se mascaram e lixam a manhã dos familiares, obrigando-os a tirarem fotografias e esboçarem sorrisos falsos (de resto, como sempre) e tal... mas o Carnaval por detrás esconde a magia da noite em que a homossexualidade foi afirmada, um dia, em França.
E para quê isto tudo? Para eu poder exprimir a minha raiva por hoje não sair graças à minha companhia ter apanhado gripe... grrrr! Mas pa próxima 6.ª garanto que me vingo :@ à sééééria!
Enfim, só para que alguém comente...
Xica
Na urbe, alguns felizes, dormem (ou vão ver o Herman ou merdas afins que dão na TV), enquanto outros-- ui, outros-- vão para a noite... a minha noite, a noite Lisboeta que mostra o lado incansável, insaciável, algo mazoc de Lisboa... esta noite em que os demónios interiores de cada um se soltam: em que as mulheres podem se vestir como pêgas e sair sem serem censuradas, em que os homens vestem máscaras absolutamente gigantescas para poderem... (não interessa!), em que o lado negro de cada um se exalta... na noite em que os pensamentos mais promíscuos, prevertidos e terríveis de cada um emanam à distância... a única noite do ano em que as fantasias obscuras se materializam: o Carnaval.
Sim, o Carnaval, um feriado total e completamente inútil cujo único objectivo é não ter aulas, em que os putos se mascaram e lixam a manhã dos familiares, obrigando-os a tirarem fotografias e esboçarem sorrisos falsos (de resto, como sempre) e tal... mas o Carnaval por detrás esconde a magia da noite em que a homossexualidade foi afirmada, um dia, em França.
E para quê isto tudo? Para eu poder exprimir a minha raiva por hoje não sair graças à minha companhia ter apanhado gripe... grrrr! Mas pa próxima 6.ª garanto que me vingo :@ à sééééria!
Enfim, só para que alguém comente...
Xica

